Se alguém gostar de estampa floral, não pode deixar de conferir a coleção Resort 2015 da grife Alexander McQueen, em que Sarah Burton inovou jogando sobre o fundo preto uma diversidade de flores coloridas em meio de pontas de cigarro, anéis de latas de refrigerante e garrafas de água amassadas. Junto à essa mistura desleixada, vem um aspecto tomboy de jaquetas grandes e masculinas acompanhadas de coletes e peças de inspiração militar que se combinam a bermudas longas. Todas elas não priorizam a silhueta feminina, mas mantêm esse jogo andrógino da coleção bastante casual e que se equilibra entre peças mais suaves e outras mais pesadas.
Cabelos e fios foram o grande destaque do desfile de outono 2014 da grife Alexander McQueen. Se no topo da cabeça das modelos as verdadeiras madeixas foram trançadas e definidas num penteado ornamental que esconde seu verdadeiro desenho, apresentado na roupa e no acessório anexado sobre os olhos, é justamente por conta dessa escolha que a atenção fica voltada a esses detalhes e talvez não no conjunto da obra. São nos closes que ficamos entretidos - nos penteados, na maquiagem (os cílios postiços, no toque de dourado no lábio superior, nas sobrancelhas brancas), na jóia da mão, nos calçados, nos cabelos que crescem pelas roupas e nos padrões aveludados e não nos volumosos modelitos que trafegam pela passarela.
Com o tema da "beleza selvagem", Sarah Burton se focou na beleza feminina e justamente no rosto da mulher, por isso, não é à toa que ficamos tão magnetizado pelas faces que brotam dessas roupas amontoadas de informação. Ainda assim, são informação que recordam uma certa memória de contos de fadas, algo pastoril, medieval - botas e vestidos rodados, cinturas acertadas e um capuz de pelúcia que substitui aquele vestido pela Chapeuzinho Vermelho. Apesar de ter uma certa ferocidade, a coleção ainda tem um toque ingênuo e amaciado por rostos delicados e silhuetas femininas.
Com o tema da "beleza selvagem", Sarah Burton se focou na beleza feminina e justamente no rosto da mulher, por isso, não é à toa que ficamos tão magnetizado pelas faces que brotam dessas roupas amontoadas de informação. Ainda assim, são informação que recordam uma certa memória de contos de fadas, algo pastoril, medieval - botas e vestidos rodados, cinturas acertadas e um capuz de pelúcia que substitui aquele vestido pela Chapeuzinho Vermelho. Apesar de ter uma certa ferocidade, a coleção ainda tem um toque ingênuo e amaciado por rostos delicados e silhuetas femininas.
Que a verdade seja dita: roupas brancas são lindas, mas pra isso elas acabam sendo caras e/ou pedem por um corpinho perfeito para que a cor não sobressaia alguns detalhes. Até porque, vocês sabem, comprar qualquer peça branca de qualquer marca acaba acarretando em amarelamento instantâneo e permanente... Uó.
Eu, particularmente, tenho algumas peças brancas e até gosto de algumas coisas, mas normalmente são vestidos esvoaçantes, umas coisas terreiro de candomblé, sabe? HAHAHAHA Só que como o Reveillon está chegando e, acredito que assim como eu, muita gente tem "pobremas" em usar roupas que não sejam pretas, seria legal não pagar de novo aquele mico de "herp derp sou gótica e não ligo pra essas coisas, vou usar preto no ano novo porque sou rebelde". Quer dizer, eu já passei TANTOS reveillons em preto que nem tenho moral, mas a questão é que é possível usar roupa branca e, mesmo assim, continuar ryka nas trevas obscuras from hell. Eu agarantcho!
Eu, particularmente, tenho algumas peças brancas e até gosto de algumas coisas, mas normalmente são vestidos esvoaçantes, umas coisas terreiro de candomblé, sabe? HAHAHAHA Só que como o Reveillon está chegando e, acredito que assim como eu, muita gente tem "pobremas" em usar roupas que não sejam pretas, seria legal não pagar de novo aquele mico de "herp derp sou gótica e não ligo pra essas coisas, vou usar preto no ano novo porque sou rebelde". Quer dizer, eu já passei TANTOS reveillons em preto que nem tenho moral, mas a questão é que é possível usar roupa branca e, mesmo assim, continuar ryka nas trevas obscuras from hell. Eu agarantcho!
Sim, nossa ryka amiga Dita Von Teese tem uma dica linda pra quem é mais comportadinha e não vai passar o Reveillon numa cobertura de frente pra Copacabana, tilintando taças de champagne importado. Por que, né? Acho super bonitinho o modelo, digno pra quem é mais fofurinha, mas não abre mão de algo poderoso
Toda a coleção Primavera/Verão 2012 do McQueen está em preto, branco, dourado e bege. Um loosho! Eu selecionei apenas uns looks mais fierce, ou seja, em preto e couro, mas queria que vocês reparassem na recorrência dos cintos grossos marcando a cintura: acessórios de couro ou elástico com pelo menos três fivelas arrematando estampas delicadas em pedraria e costura. Fiquei passada com o bordado que tá nessa coleção. Extremamente chique. Coisa para os rykos e famosos usarem e nós, meras mortais, ficarmos babando hahah :(
Muito couro, cintura marcada e canelas à mostra
Detalhe no bordado e no ombro aumentado pra dar ainda mais contraste à cintura
Longos para nenhuma celebridade fazer feio no red carpet!
O desfile desta estação da grife Alexander McQueen veio com bastante força e bem ready-to-wear. As roupas pesadas, cheias de pele e acessórios pesados, sugerem um inverno bem carregado e sombrio.
O desfile começou predominantemente branco, com roupas mais fechadas e pesadas. Depois, toda palheta se tornou preta e cinza, tendo mais aberturas nas peças e mais leveza. Ao final do desfile, as peças ficaram mais amplas e foram apresentados grandes vestidos de festa, com calda bem longas e volumes amplos. As botas bem longas com amarras trazem uma modernidade e até mesmo um fetiche ao resto dos looks que, no geral, esbajam feminiliade e um certo romantismo.
O desfile começou predominantemente branco, com roupas mais fechadas e pesadas. Depois, toda palheta se tornou preta e cinza, tendo mais aberturas nas peças e mais leveza. Ao final do desfile, as peças ficaram mais amplas e foram apresentados grandes vestidos de festa, com calda bem longas e volumes amplos. As botas bem longas com amarras trazem uma modernidade e até mesmo um fetiche ao resto dos looks que, no geral, esbajam feminiliade e um certo romantismo.



















